
O Governo Federal quer te convencer de que criar uma carreira “genérica” é modernizar o Estado. Mas você confiaria sua saúde a um “analista em saúde humana” no lugar de um médico ou enfermeiro?
Então por que aceitar um ‘analista de obras’ no lugar de um engenheiro? Ou um ‘técnico de finanças’ no lugar de um economista? Pior ainda: um ‘genérico’, que supostamente faria tudo isso junto?
E se a moda pega? Vamos mesmo aceitar que projetos de infraestrutura, investimentos governamentais e programas de desenvolvimento socioeconômico fiquem nas mãos de um “analista genérico”, no lugar de arquitetos, engenheiros, economistas, estatísticos e geólogos formados, registrados e concursados?
Enquanto isso, o governo abandona os aprovados da ERCE no CNU de 2024 e tenta, por meio de um jabuti no projeto de reajustes salariais, criar a carreira de ATDS — sem diploma específico, sem fiscalização profissional e sem diálogo com a sociedade.
Como explicar ao povo brasileiro que há concursados prontos para trabalhar, e o governo prefere ignorá-los para inventar uma carreira do zero? Não é modernização — é perigoso.
📍 O SINAEG cobra:
✔️ Fim da tentativa de substituição camuflada da ERCE
✔️ Nomeação imediata dos aprovados da ERCE no CNU 2024
✔️ Retirada das vagas de ATDS da próxima edição do concurso
✔️ Respeito à técnica, à legalidade e à população
✊ A categoria segue mobilizada. Nenhum passo atrás!