
O SINAEG realizou em 06/02 sua primeira reunião com “calouros” ingressos pelo CNU. O encontro, seguido de almoço, marcou o início do diálogo institucional com 11 economistas e estatísticos lotados no MGI e no MPO, novos servidores da ERCE.
A atividade apresentou a história do Sindicato e sua atuação na defesa da categoria regida pela Lei 12.277/2010. Também foi um espaço de escuta qualificada sobre os desafios no Serviço Público Federal.
Os novos colegas questionaram a ausência de reconhecimento formal como carreira transversal, apesar da presença da ERCE em mais de 44 órgãos. Buscaram informações sobre as negociações com o MGI para a conversão em plano de carreira pleno e sobre as distorções na tabela remuneratória frente a carreiras similares.
Outro ponto debatido foram as responsabilidades técnicas, inclusive quanto ao registro e à supervisão pelos Conselhos Profissionais, tema que envolve segurança jurídica e exercício regular das atribuições.
A diretoria informou que os novos filiados já participarão da Assembleia Geral de 24/02, que tratará da campanha salarial e das negociações com o MGI. Nos dias seguintes ao encontro, diversas filiações foram formalizadas — e outras seguem em curso.
Destaca-se ainda que, embora a ERCE tenha completado 15 anos, reúne servidores experientes e recém-ingressos, combinando memória institucional e renovação técnica — uma diversidade que fortalece o Estado e a sociedade.
A diretoria avalia organizar um evento ampliado para recepção dos novatos. Diferentemente de outras carreiras, o SINAEG não foi convidado pelo MGI para os momentos de posse ou acolhimento, o que reforça a importância da organização autônoma da categoria.
Estiveram presentes o diretor de Comunicação Social, o economista Almir Cezar Baptista, e a diretora Jurídica, a arquiteta Lorena Ribeiro. “É fundamental que os novos colegas ingressem já conscientes do papel estratégico da ERCE e da necessidade de unidade para avançarmos na transversalidade e na carreira plena”, destacou Almir.
O SINAEG conclama todos os servidores da ERCE à filiação e à participação ativa na luta por valorização, reconhecimento institucional e fortalecimento da capacidade técnica do Estado brasileiro.